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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Queda gloriosa

Nem as mais pessimistas previsões sobre a queda vertiginosa de Eike Batista no ranking dos homens mais ricos do mundo editado pela Forbes, foram capazes de estimar em menos de US$ 10 bilhões o fracasso do filho de Eliezer Batista, ex-dono da Amazônia.
Foto/Div

Pois os pessimistas, sabe-se agora, eram otimistas. A fortuna do homem que queria ser o mais rico dentre os mais ricos do planeta, agora é avaliada em miseráveis US$ 5,7 bilhões. Uma pobreza que eu, você e qualquer brasileiro sem déficit mental gostaria de ter na conta bancária.

Claro, sem o BNDES, isso seria um sonho impossível. Em todo caso, o que se sabe agora é que o Grupo EBX, do fenômeno financeiro Eike Batista, não encontra sequer parceiro para operar o Glória Palace, histórico e tradicional hotel que olha de frente para a praia do Flamengo quase tão conhecida quanto o próprio hotel, no Rio de Janeiro.

Eike adquiriu o Glória Palace há cinco anos por módicos R$ 80 milhões. Hoje, quando já não faz parte nem da lista Bloomberg dos 200 homens mais ricos do mundo, Eike arranca os implantes que lhe restam e não consegue alguém para chamar de seu sócio. Desse jeito, o Glória Palace vai morrer na praia. Mais uma queda gloriosa para o bilionário brasileiro.

RODAPÉ - Correção de rumo: refeito o texto diante da revisão do meu ombudsman preferido. O Glória Palace, como diz o nome e está descrito agora, fica na Glória, Flamengo e não de frente para Copacabana.