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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

2014 PODE TERMINAR EM JUNHO

Fim de ano. Época de prestação de contas. Cada um de nós faz a retrospectiva pessoal e descobre o que houve de bom e de ruim ao correr do ano inteiro.

As empresas industriais, comerciais, prestadoras de serviços, fazem os seus balanços anuais; as rádios, as TVs, os jornais, as revistas, as redes sociais passam a editar suas famosas retrospectivas e contam e recontam o que se passou o tempo todo com todo mundo.

Tudo e todos entram nesse clima de um grande exame de consciência do que se passou e do se há de tirar de lição e de exemplo para justificar mais uma temporada no calendário gregoriano que hoje é tido e havido como cronologia cristã. É isso, não é mesmo? Pois não é não, senhoras e senhores!

Não é mesmo, amável e distinto público! Não é nada disso para o governo do Brasil Dilma da Silva. Desde que Dilma Vana subiu a rampa que seus ministros não prestam a conta anual e nem trilegal de cada um dos 39 ministérios, ainda em véspera de 40.

Vai ver que os ministérios e seus organismos vinculados se baseiam pelo ano chinês, pelos relógios mundiais, ou por alguma coisa parecida. Mas, que não falam a mesma língua do concerto geral da nação brasileira, ah não falam mesmo.

Não falam língua nenhuma na hora de prestar contas e de mostrar o que foi que fizeram durante mais um ano de altos custos operacionais e perdulários gastos feitos com o dinheiro que sai das burras públicas, fornidas com mais de R$ 1 trilhão, 630 Bilhões de impostos arrebanhados desde o primeiro dia de janeiro deste notável e trilhardário ano de 2013 que está pronto para ceder a sua vez ao promissor ano eleitoral de 2014.

Só a crônica da morte anunciada da Copa do Mundo pode nos salvar. Se Deus Nosso Senhor - que nos livra e guarda - ainda é brasileiro, esse 2014 termina em junho, no Maná Garrincha.