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sexta-feira, 25 de julho de 2014

DOAÇÕES DE CAMPANHA

Nunca antes na história das campanhas eleitorais nesse país foi tão difícil arrecadar dinheiro dos tradicionais doadores. É que as empresas estão ressabiadas de ver seus nomes envolvidos em cada escândalo que surge nessa República dos Calamares. 

O custo benefício do toma lá, dá cá, acaba não compensando. E os doadores já se deram conta também de que não precisam apostar suas fichas nos prováveis vencedores. 

É que a compra e venda de siglas partidárias é tão escancarada e tão constante que a geleia é geral: quem é adversário hoje, amanhã é aliado. 

Nessa tal "estratégia de coalizão pela governabilidade" que Lula implantou no país, não há a menor necessidade dos doadores investirem no ponto futuro. 

Melhor esperar e aproveitar a ocasião. Os políticos estão sempre à venda; em permanente liquidação. E, no mais das vezes, os investidores encontram governantes a preços módicos e em suaves prestações.